terça-feira, 25 de abril de 2017

Após ser vítima de “Fake News” e receber ameaças, deputado Paulo Pimenta aciona PF


O deputado federal Paulo Pimenta {PT/RS} acionou a Polícia Federal nesta terça-feira (25) para que sejam identificados os autores da edição de um vídeo que retira do contexto observações que o parlamentar fez ao Poder Judiciário. No dia 13 de abril, Pimenta fez uma transmissão, via rede social, em que comentou sobre as regalias e supersalários de juízes e, assim como muitos juristas e até ministros do Supremo Tribunal Federal, fez críticas às condutas de Sérgio Moro na Operação Lava Jato. 

De acordo com Pimenta, o vídeo dessa transmissão, que possui mais de 1 hora e 33 minutos, foi editado e tem sido usado por grupos adversários em redes sociais, na tentativa de relacionar o nome do parlamentar a possíveis conflitos que venham a ocorrer em Curitiba no dia em que o ex-Presidente Lula prestará depoimento ao juiz Sérgio Moro. “O vídeo é resultado de uma manipulação com objetivo de gerar violência e tentar atribuir a mim a responsabilidade por propagar um discurso de ódio, algo que jamais fiz”, rebate Pimenta.

No documento encaminhado à Polícia Federal em que pede apuração dos fatos, o deputado Pimenta assegura que “a edição criminosa distorce e reconstrói frases, retirando-as do contexto original, com a finalidade de criar um novo sentido às minhas opiniões”.

Diante da repercussão, o parlamentar e seus familiares receberam dezenas de ameaças nas últimas horas. Pelas redes sociais, os filhos do deputado - menores de idade, passaram a ser atacados, intimidados e xingados em massa.

Já em uma ameaça dirigida ao próprio deputado Pimenta, em um áudio, um homem identificado como Fernando Monteiro, da cidade de Santo Antônio da Platina, do Paraná, ataca: “queria conhecer sua mãe prá mim encher a cara dela de tapa, quero falar isso na sua cara rapaz, seu gaúcho de merda, veado”. Em outra mensagem, um sujeito identificado como Mauro Ressetti promete “venha para Curitiba sem medo para ver o que vai te acontecer”.

Na tarde desta terça, o deputado Pimenta divulgou um vídeo pelas redes sociais afirmando que não será intimidado por ações organizadas e criminosas. “Fatos como esse só multiplicam o nosso compromisso com a democracia e de combate ao golpe”. 

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domingo, 23 de abril de 2017

O Brasil sob a ditadura Globo-Lava Jato



É difícil aceitar a dolorosa realidade, mas o Brasil está, efetivamente, sob um regime ditatorial.
O golpe de 2016 e o regime de exceção evoluíram para a ditadura jurídico-midiática da Rede Globo com a Lava Jato e setores da PF, judiciário e STF. Assim como na ditadura instalada com o golpe de 1964, a engrenagem desta ditadura também contou com a participação decisiva da Rede Globo.
O editorial do jornal O Globo deste 22 de abril, por ironia o dia que marca 517 anos da descoberta do Brasil pelos dominadores portugueses, revela a simbiose estratégica entre a Globo e a força-tarefa da Lava Jato. Ambos, a serviço de interesses estrangeiros, adotam idêntica linguagem, empregam os mesmos métodos, e partilham do mesmo ódio fascista aos seus inimigos.
No editorial “Cerco de depoimentos confirma Lula como o chefe”, o Globo conclui existir “estridente evidência de que Lula não poderia desconhecer aquilo tudo”.
No dicionário do regime de exceção, “estridente evidência” é sinônimo de “não temos provas, mas temos muita convicção”.
A imputação da Globo – “Lula como o chefe” – é variante daquela acusação leviana, apresentada no power-point do fanático procurador Deltan Dallagnol: “Lula é o comandante máximo do esquema de corrupção”.
Num tom inquisitorial, medieval, O Globo sentencia: “O desnudamento de Lula em carne e osso, em praça pública, com os pecados da baixa política brasileira, parece apenas começar”.
Por outra ironia da história, esta frase dantesca foi escrita no dia seguinte ao feriado nacional de 21 de abril, data em que se homenageia o revolucionário Tiradentes, Joaquim José da Silva Xavier, líder da Inconfidência Mineira na luta de libertação do Brasil da Coroa Portuguesa que em 21/4/1792 foi enforcado, esquartejado e as partes do seu corpo expostas “em carne e osso, em praça pública” – como preconiza a Globo – para desencorajar os revoltosos pela liberdade e pela independência.
O sistema político foi estrategicamente destroçado. Os sem-voto hoje deliberam sobre a política e os destinos do país, num contexto de flagrante ilegitimidade e desordem institucional. O Brasil não se movimenta para nenhum lado antes de assistir, todas as noites, as edições maniqueístas do Jornal Nacional – verdadeiras ogivas nucleares lançadas para dizimar a imagem do maior líder popular do país.
O que seria inconcebível numa democracia saudável é naturalizado no regime de exceção – como, por exemplo, o vídeo dos obscurantistas procuradores Dalagnoll e Carlos Fernando insuflando a população contra o Congresso para impedir a aprovação do projeto de lei que pune o abuso de autoridade deles próprios, posto que se consideram soberanos, acima das Leis e da Constituição.
O Congresso, dominado por uma maioria de parlamentares corruptos e ilegítimos que perpetrou o golpe de Estado com o impeachment fraudulento da Presidente Dilma, promove a destruição dos direitos econômicos e sociais e entrega a soberania nacional esperando, em troca, ser retribuído pela ditadura jurídico-midiática.
Os empreiteiros já condenados na Lava Jato agora mudam o conteúdo dos depoimentos prestados no início da Operação e passam a fabricar mentiras [como a invenção de que Lula teria mandado destruir provas] para que o justiceiro Sérgio Moro consiga inventar, na audiência judicial de 3 de maio, um crime que caiba no Lula.
A prisão dos empreiteiros é usada como barganha e moeda de troca para fazer com que estes mesmos grupos capitalistas que corrompem o sistema político há décadas, ajudem a ditadura Globo-Lava Jato na missão doentia de liquidar Lula e o PT.
Em novembro de 2016, o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, mentiu e prestou falso testemunho no TSE com o objetivo de dar causa à cassação do registro do PT pelo tribunal presidido pelo tucano Gilmar Mendes, no que foi desmascarado pelas provas apresentadas pela defesa da Dilma. Apesar do dolo comprovado, o safado empresário ficou impune, não foi punido.
A mudança das delações da Odebrecht e da OAS, forçada para incriminar o ex-presidente Lula, é um atentado ao Estado de Direito e à democracia.
Esta prática corrente, de arbítrio da Lava Jato, só é possível porque a Operação foi concebida como um organismo monolítico dos militantes tucanos incrustrados na PF, no MP e no judiciário – todos eles [delegados da PF, procuradores e juízes], sem exceção, com manifestações odiosas nas redes sociais – anti-PT, anti-Lula e pró-PSDB.
Não existe na força-tarefa um único funcionário público com perspectiva jurídica dissonante, o que asseguraria equilíbrio, isenção e imparcialidade da Lava Jato. O controle ideológico da Operação por aqueles agentes partidarizados é absoluto; e, por isso, a Lava Jato se converteu neste campo livre e desimpedido para o arbítrio que se conhece.
A Lava Jato se afastou definitivamente do escopo investigativo e criminal e adentrou no território perigoso do nazi-fascismo; naquilo que Hannah Arendt conceituou como “a banalidade do mal” – um ambiente institucional propício às escolhas autoritárias, ditatoriais, fascistas.
A situação do Brasil no pós-golpe se encaminha para um regime ditatorial de novo tipo, diferente dos regimes ditatoriais do passado. A ditadura de hoje não é civil-militar; porque é jurídico-midiática.
O padrão da resistência democrática, por isso, tem de mudar, não pode seguir o mesmo curso.
A Lava Jato espezinhou totalmente o sistema político [a sobrevivência do Temer e da cleptocracia golpista se deve a isso]; a Operação vergou a resistência do grande capital, que é uma espécie de Estado paralelo dentro do Estado de Direito, fazendo com que os grandes capitalistas se insurjam [contraditoriamente] contra Lula, o governante que mais expandiu o capitalismo brasileiro.
Agora, com a ditadura jurídico-midiática, a Globo e a Lava Jato assumem a dominância absoluta do projeto transnacional de dominação anti-popular e anti-nacional.
A luta em defesa da Constituição e pela restauração do Estado de Direito no Brasil tem de subir de patamar – a desobediência civil é um direito humano inalienável; um direito legítimo e uma forma de luta eficiente contra as ameaças totalitárias e contra as formas de dominação baseadas na tirania e na opressão.
Leia também:
*Via Viomundo

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Alguém aí gosta de ser enganado(a)?!!!



*ET: Veja, Globo, assemelhados ... e seus 'satélites locais e regionais...'

(Via WhatsApp)

Cut assina nota da FENAJ contra demissão de sindicalista - Entidades repudiam demissão de Celso Schröder pelo Correio do Povo


Reprodução
Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) foi surpreendida, nesta quinta-feira (20), com a notícia de que o ex-presidente Celso Augusto Schröder, atual diretor de Relações Institucionais da entidade, foi demitido pelo Correio do Povo, jornal do Estado do Rio Grande do Sul onde o jornalista trabalhava há 30 anos.
Atual presidente da Federação dos Jornalistas da América Latina e do Caribe (Fepalc), membro titular do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional e ex-vice-presidente da Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ), Schröder foi convocado por telegrama para receber o comunicado de dispensa pelo diretor de Redação.
Durante a metade das três décadas em que foi funcionário da empresa, o ex-presidente da FENAJ foi impedido de exercer a função de chargista – para a qual fora contratado -, em função dos mandatos sindicais que exerceu ao longo dos últimos quinze anos.
Liberado para representar o movimento sindical dos jornalistas, há dois meses Schröder se apresentou para trabalhar e a direção do Correio do Povo teve de permitir a volta dele à função. Porém, ontem, a empresa anunciou o desligamento unilateral de Celso Schröder, que é também professor do curso de Jornalismo da Famecos – Faculdade de Comunicação da PUCRS.
A demissão de jornalistas é uma prática usual no Grupo Record. Na TV, por exemplo, o processo de afastamento dos profissionais que paralisaram as atividades em função de reivindicações da categoria foi amplamente denunciado pelo Sindicato dos Jornalistas no Estado do Rio Grande do Sul. À época, a equipe foi reduzida ao mínimo.
A dispensa de um dirigente sindical de reconhecida atuação internacional e acadêmica, contudo, confirma o desprezo do Correio do Povo à autonomia sindical e escancara uma forma de violência não só contra Schröder, mas contra todos os jornalistas, cujos dirigentes deveriam ter assegurado o direito de exercer com liberdade a defesa da categoria dentro e fora da empresa.
A agressão às entidades representativas dos jornalistas, a perseguição política e o desrespeito dos veículos de comunicação aos dirigentes sindicais não são fatos isolados. Mais que um novo caso de prática antissindical contra diretores no exercício do mandato, a demissão de Celso Schröder integra um contexto de ataques à democracia, aos direitos e a livre organização da classe trabalhadora, que devem ser denunciados e combatidos com firmeza não só pela categoria, mas por toda a sociedade.
A FENAJ, os 31 sindicatos de jornalistas filiados e as entidades abaixo subscritas repudiam de forma veemente a demissão do ex-presidente e informam que tomarão todas as providências cabíveis para devolver a Celso Augusto Schröder o direito de representar e defender a categoria com liberdade e autonomia, como prevê a legislação desrespeitada pelo jornal Correio do Povo.
Brasília, 20 de abril de 2017
Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ
Federação Internacional dos Jornalistas – FIJ
Federação dos Jornalistas da América Latina e do Caribe – Fepalc
Federação Latinoamericana de Jornalistas – Felap
Central Única dos Trabalhadores – CUT
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB
União Geral dos Trabalhadores no Pará – UGT/PA
Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – FNDC
Confederação dos Servidores Públicos Municipais – Confetam
Federação dos Trabalhadores em Rádio e TV – Fitert
Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal no CE – Fetamce
Federação dos Sindicatos dos Servidores Municipais Cutistas do PR – Fessmuc
Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do PA – Fetec/Centro Norte
Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Gráfica do CE – Sintigrace
Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba – Sismuc
*Via http://cut.org.br

Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Toquinho e Miucha ...




*Via YouTube

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Protesto em frente ao Piratini marca quarto mês da extinção de fundações




Pelo quarto mês consecutivo, servidores de fundações estaduais protestaram diante do Palácio Piratini nesta quinta-feira (20) para marcar a data da votação na Assembleia Legislativa que aprovou a extinção de nove entidades – Fundação de Economia e Estatística (FEE), Fundação Zoobotânica (FZB), Fundação Piratini (TVE e FM Cultura), Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), Metroplan, Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (FIGTF), Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) e Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (FEPPS). (...)

CLIQUE AQUI para ler na íntegra (via Sul21)